quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Epigrafe



Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio e eis que a verdade se revela.

                                                                          Albert Einstein .

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Resenha do artigo:La Recepción Neograndina De La Independencia De Los Estados Unidos


Antes de ser independente , os Estados Unidos pertencia à Inglaterra . Era um grande território , onde haviam 13 colonias . O processo de independência dos Estados Unidos pode ser distinguido em duas etapas : uma inicial, a Confederação, e outra , igualmente "revolucionário", que é a Federação . Este último é inovador e não se encaixa no modelo historio e/ou político . Porém , Nova Granada não entendeu que a diferença dos dois modelos , foi tão marcante durante os primeiros anos de independência , sempre falando no modelo federal dos Estados . Uma suposição  é que os neograndinos procuraram construir uma  nova nacionalidade na criação de maiorias, enquanto que o caráter verdadeiramente inovador do sistema de federação americana consistiu precisamente em dificultar a criação de maiorias porque foram considerados uma ameaça para os direitos das minorias .

Resenha do artigo:A data símbolo de 1898: o impacto da independência de Cuba na Espanha e Hispanoamérica


Em 1989, foi organizado um Encontro Internacional na UNAM (Universidad Autonoma de México) com a intenção de comemorar o Primeiro Centenário da chamada "geração de 98". Contando com a presença de especialistas espanhóis e hispano-americanos, o assunto foi muito debatido e resultou em algumas publicações que fazem parte da Coleção "Latinoamérica fin de Milenio". Dois títulos foram dedicados especialmente ao tema: 98: derróta Pírrica e El 98 y su impacto en Latinoamérica. No qual , um deles afirma que, se tratando do encontro de dois mundos, 1492 foi o primeiro e o de maior transcendência. Depois desse acontecimento, o mais destacado é o do ano axial de 1898, muito significativo para a história dos povos hispânicos, pois é o ano em que os Estados Unidos emergiram como grande potência , e depois de uma década , ainda se mantinham de pé. Seu primeiro feito de destaque foi a derrubada dos últimos bastiões espanhóis na América (Cuba e Porto Rico) e na Ásia (Filipinas). Porém , essa data não marcou apenas o grande acontecimento ocorrido nos Estados Unidos , mas também , o fim do decadente colonialismo espanhol.

sábado, 15 de setembro de 2012

Resenha- resumo


1. Busca sobre as origens do mundo vivo.

** Machado, Sídio Biologia: ciência & tecnologia/ Sídio Machado. - 1ª. ed. - São Paulo: Scipione, 2009. Capítulo 2: Em busca das origens do mundo vivo.

2. Professor Adjunto do Instituto de Biologia. Universidade Federal Fluminense/ UFF- MEC

3. A Terra é o único lugar no Sistema Solar, habitado por seres vivos. Mas há quem diga que há vida por todo o Universo.
De acordo com a teoria do Big Bang, à medida que o Universo explodia, primeiro em uma escala de milésimos de segundos, depois em uma escala de milhares de anos, a temperatura diminuía, e assim permitindo que as partículas grudassem uma nas outras, formando os primeiros átomos.
A Via Láctea teria surgido ha aproximadamente 13 bilhões de anos. Mais de 7 bilhões de anos depois, teria surgido o Sistema Solar, a partir do agrupamento de gases e poeira girando em torno do sol (na época uma estrela em formação).
Graças a métodos de datação, hoje a idade da Terra é estimada em 4,6 bilhões de anos.
Acredita-se que no início de sua formação, a Terra era muito quente. Mas com o tempo, o acúmulo de água expelida pelos vulcões, elevou a umidade relativa da atmosfera, criando assim condições para o aperececimento do ciclo da água.
Ainda há dúvidas sobre a composição da atmosfera primitiva. Contudo, primeiras células não tiveram concentrados como percussores. A evolução do sistema genético foi posteriormente associada para originar a primeira célula viva.
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1. Análise sobre origem dos seres vivos.

** Filho, Dorival Biologia: origem dos grandes grupos de seres vivos e a biodoversidade. Capítulo 5: origem dos grandes grupos de seres vivos e a biodoversidade.

2. Professor Dorival Filho.

3. Parece certo que o primeiro ser vivo era uma bactéria, parecida com algumas bactérias ainda vivas atualmente.
O processo que um novo ser surge pela união de dois outros, é chamado de simbiogênese. Até o surgimento dos eucariontes, o ritmo da evolução foi bastante lento. Mas quando atingimos 1 bilhão de anos atrás, o ritmo da evolução começa aumentar rapidamente. A capacidade de mudança dos eucariotos foi fundamental para isso. Apresar de multicelularidade, nesse período ainda não ha animais grandes suficientes para serem vistos a olho nu.
Se pudéssemos voltar no tempo e passear pela Terra há 550 milhões de anos, teríamos uma visão desolada. A Terra firme seria estéril, sem vida. Se mergulhássemos nos mares, não veríamos nenhum peixe, crustáceo, ou estrela do mar. Apenas alguns vermes, medusas, mas nada com um esqueleto.
É claro que animais não podem ter surgido do nada. Desde Darwin que sabemos que todos os seres vivos descendem de um ancestral.
O aparecimento "súbto" de vida vertebrada, há mais de 540 milhões de anos é simplesmente a primeira aparição de organismos com esqueletos que produzem fósseis facilmente observáveis. A pergunta que fica é por que essa diversificação ocorreu apenas há 600 milhões de anos?

domingo, 19 de agosto de 2012

LEUCEMIA

 
Na busca de novos tratamentos para o câncer, a medicina obteve suas maiores vitórias contra os tipos mais raros, entre eles a leucemia. A doença, que afeta os glóbulos brancos do sangue, pode ser tratada com sucesso por meio do transplante de medula óssea.
Leucemia é uma doença que se caracteriza pela proliferação anormal de leucócitos (glóbulos brancos) na corrente sangüínea. Do ponto de vista da forma como evolui, a doença pode ser aguda ou crônica. Do ponto de vista do tipo predominante de células envolvidas, pode ser linfática, quando afeta os linfócitos, e mielóide, se afeta os neutrófilos, produzidos na medula óssea. Uma das causas da doença é a exposição à radiação, e outros dados sugerem fatores hereditários. Pode ser detectada antes do aparecimento dos sintomas por meio de exames de sangue periódicos e biópsia da medula óssea.
A leucemia aguda às vezes simula um processo infeccioso. Pode ser precedida de mal-estar generalizado, desânimo e perda de apetite. Os sintomas típicos incluem ainda anemia, hemorragias, palidez, febre, cansaço, perda de peso e lesões nas mucosas. A leucemia linfática aguda, forma mais comum em crianças, já chegou a matar noventa por cento de suas vítimas em seis meses de evolução, antes que se descobrissem medicamentos mais eficazes capazes de controlar a doença. Com tratamento contínuo, mais da metade dos pacientes deixam de manifestar os sintomas por cinco anos ou mais, possivelmente curados. O tratamento de outros tipos de leucemia não apresenta resultados tão positivos, como no caso da mielóide aguda, mais comum em idosos, em que mais da metade dos pacientes se livra dos sintomas, mas por curtos períodos.
A leucemia mielóide crônica, mais freqüente em adultos em torno de quarenta anos, pode ficar inativa por longos períodos antes de manifestar os sintomas, que podem ser parcialmente aliviados pela quimioterapia. As taxas de sobrevivência são maiores nos casos de leucemia linfática crônica, que pode ficar inativa por meses ou anos e raramente é causa de morte, mas deixa o paciente mais vulnerável a infecções ou hemorragias fatais. Um terço desses pacientes sobrevive dez anos após o diagnóstico.

OS SERES VIVOS E O MEIO AMBIENTE


Já sabe que os seres vivos de um mesmo grupo que são capazes de se reproduzirem, produzindo descendentes férteis, pertencem a uma mesma espécie. Por exemplo, temos espécies de cães, de gatos, de mangueiras, de bois, etc.
           Indivíduo ==> "unidade" na organização dos seres vivos
           Temos quatro espécies diferentes: a do cão, a dos gatos, a das borboletas e a do mamoeiro. Mas temos sete indivíduos, ou sete organismos.
            Você pode considerar o indivíduo como sendo uma "unidade" dentro de cada grupo de espécie. Sendo assim, temos:
um indivíduo da espécie cão; 
dois indivíduos da espécie gato; 
três indivíduos de uma espécie de borboletas; 
um indivíduo da espécie mamoeiro. 
            A partir dessa idéia, vamos estudar os diferentes níveis de organização dos seres vivos. Vamos tomar o gato como base de estudo.

População, conjunto de indivíduos da mesma espécie vivendo numa mesma região
             Se um gato é um indivíduo, muitos gatos são uma população de gatos. Então podemos dizer que população é o conjunto de indivíduos da mesma espécie que vivem numa mesma região.

Comunidade, conjunto de populações coexistindo numa mesma região
              Considere todas as populações que coexistem numa mesma região, como as populações de cabras, de roseiras, de coelhos e de formigas. Neste caso, temos uma comunidade.
               Numa comunidade, os seres vivos interagem, isto é, estabelecem relações entre si. Diz-se que existe uma interdependência entre os seres vivos. Se, por exemplo, os vegetais desaparecessem, toda a comunidade ficaria ameaçada, pois os animais não encontrariam mais alimentos e acabariam morrendo.
               Outro exemplo: O extermínio de cobras em uma determinada região pode favorecer um aumento excessivo no número de ratos e outros roedores, que servem de alimento às cobras. O aumento exagerado das populações de ratos e outros roedores pode provocar na região uma grande redução na população de gramíneas e vegetais herbáceos, que servem de alimento a esses animais. Sem a cobertura vegetal, o solo fica exposto à erosão pelas águas das chuvas e tende a ficar estéril, dificultando o desenvolvimento de plantas nessa área.
               Da mesma forma, se os microrganismos decompositores presentes no solo desaparecessem, não haveria a decomposição dos cadáveres dos animais e dos restos vegetais. Sendo assim, não haveria também a formação do humo que fertiliza o solo e fornece sais minerais aos vegetais.

Ecossistema = comunidade + meio ambiente
               Você já tem  três níveis de organização dos seres vivos:
                Primeiro nível: os indivíduos;
                Segundo nível: as populações;
                Terceiro nível: as comunidades.    
                 Os seres vivos de uma comunidade são os componentes bióticos de um ecossistema; fatores físico-químicos do ambiente (luz, água, calor, gás oxigênio, etc.) são os componentes abióticos de um ecossistema.
                  Assim, um lago, um rio, um campo ou uma floresta são exemplos de ecossistemas. Neles, encontramos seres vivos diversos (componentes bióticos) que se relacionam entre si e com os vários fatores ambientais, como a luz, a água, etc. (componentes abióticos).

Habitat, "endereço" de uma espécie num ecossistema
                  Na natureza, as espécies são encontradas em lugares determinados. É como se fosse um endereço. Por exemplo: a onça e o gambá vivem na floresta e não no deserto; o camelo e o rato-canguru vivem no deserto e não em uma floresta; o Curimatá vive no rio e não no mar; a sardinha vive no mar e não no rio.
                  Esses exemplos mostram que cada espécie está adaptada para viver em um determinado ambiente: floresta, deserto, água doce, água salgada, etc. Esse lugar, onde a espécie vive, recebe o nome de habitat.

Nicho ecológico, modo de vida de uma espécie num ecossistema
                   O conjunto de atividades ecológicas desempenhadas por uma espécie no ecossistema recebe o nome de nicho ecológico. Como se conhece o nicho ecológico de uma espécie?
                   Para conhecer o nicho ecológico de determinada espécie, precisamos saber do que ela se alimenta, onde se abriga, como se reproduz, quais os seus inimigos naturais, etc.
                   Vamos ver alguns exemplos: a cutia e a onça podem ser encontradas na mata Atlântica; possuem, então, o mesmo hábitat. No entanto, os nichos ecológicos desses animais são diferentes.
                    A cutia é herbívora, alimentando-se de frutos, sementes e folhas; abriga-se em tocas ou em tocos de árvores e serve de alimento para animais diversos, como a própria onça. Já a onça é carnívora, alimenta-se de animais diversos, como cobras e macacos, e não vive em tocas.
                     Como se vê, cutias e onças têm modos de vida diferentes, isto é, desempenham diferentes atividades dentro de um mesmo ecossistema. Logo, o nicho ecológico da cutia é diferente do nicho ecológico da onça. Logo, o nicho ecológico da cutia é diferente do nicho ecológico da onça.

A competição num ecossistema
                     Num mesmo ecossistema, quando duas espécies de seres vivos têm nichos ecológicos semelhantes, haverá competição entre elas.
                     A competição ocorre quando indivíduos de uma mesma espécie ou de espécies diferentes disputam alguma coisa num mesmo ambiente, como alimentos.
                     Na natureza, quando a competição se torna muito grande entre seres de espécies diferentes, a espécie menos adaptada migra para outras regiões ou muda seus hábitos alimentares, podendo até ser extinta da região em que vivia.
                     Além do alimento, os seres vivos podem competir por outros fatores do ambiente, como um abrigo para morar, água ou uma sombra para se protegerem do calor do sol.
                     A competição é um tipo de relação ecológica. Ela funciona como mecanismo de seleção natural, pois os indivíduos que conseguem vencer a competição podem provocar o desaparecimento da outra espécie ou a sua mudança de hábitat. Se os nichos ecológicos de duas espécies diferentes forem também diferentes, não haverá competição entre elas.  

Biosfera, o conjunto de todos os ecossistemas do planeta
                     O conjunto de todos os ecossistemas da Terra forma a biosfera. A biosfera é a parte da Terra onde existe vida. É uma fina camada abaixo e acima do mar, onde os seres vivos encontram condições favoráveis à sua sobrevivência.

GENOMA HUMANO


O genoma humano, na sua forma diplóide, consiste em aproximadamente 6 a 7 milhões de pares de bases de DNA organizados linearmente em 23 pares de cromossomos. Pelas estimativas atuais, o genoma contém 50.000 a 10.000 genes (os quais codificam um número igual de proteínas) que controlam todos os aspectos da embriogênese, desenvolovimento, crescimento, reprodução e metabolismo-essencialmente todos os aspectos do que faz o ser humano um organismo funcionante.
A caracterização e conhecimento dos genes e sua organização no genoma têm um impacto enorme na compreensão dos processos fisiológicos do organismo humano na saúde e na doença e, por conseguinte, na prática da medicina em geral
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Instalção e proliferação dos vírus


Cada tipo de vírus tem afinidade por uma determinada parte de nosso corpo, por exemplo, o vírus da poliomielite tem afinidade pelo sistema nervoso central, o da gripe, pelas vias respiratórias, e assim por diante.
Essa “afinidade” será o fator determinante do local de instalação e proliferação do vírus. Os primeiros sintomas da infecção viral, somente aparecerão algum tempo após sua reprodução.

Este tempo de espera entre a infecção e o aparecimento dos primeiros sinais da doença é conhecido como período de incubação; contudo, ele não ocorre da mesma forma para todos os tipos de vírus.

O caso do vírus da gripe 
No caso do vírus da gripe, o período de incubação leva em torno de 24 horas, já no caso do vírus da hepatite, o período de incubação poderá ocorrer durante vários meses.

Diferentemente do que ocorre com as bactérias, o vírus não pode ser atacado diretamente. A destruição do vírus é bastante problemática, uma vez que eles se instalam e se reproduzem dentro de nossas próprias células. Assim, ao tentarmos destruí-los, lesamos nossas células.

Outras doenças causadas por vírus 
Há várias enfermidades causadas por vírus, as mais conhecidas são: varíola, varicela (catapora), herpes zoster, herpes simples, sarampo, rubéola, gripe, raiva, poliomielite, hepatite infecciosa, etc.